A teoria de Cohen é polêmica e está longe do consenso. Mas os cientistas concordam que, sem as amarras de uma carreira tradicional numa empresa ou em relação à família, os mais idosos sentem-se mais aptos a criar suas próprias fórmulas de ganhar dinheiro: "Assim que se vêem livres, saltam como uma mola", afirma Wilson Jacob Filho, professor titular de geriatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que quase um terço dos 20 milhões de idosos brasileiros mantiveram-se ocupados no ano passado. Eles atuaram como empregadores em 6,4% dos casos, enquanto o percentual na população economicamente ativa não chega a 4%. A etapa nacional do estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), conduzido em 42 países, também apresenta números reveladores, mostrando significativo aumento no percentual de empreendedores acima dos 45 anos responsáveis pela abertura de novas empresas - eles passaram de 17%, em 2001, para 21% atualmente. Mais: dos 200.000 novos negócios abertos em São Paulo ao longo deste ano, 14% estarão nas mãos de gente com mais de 50 anos, de acordo com o Sebrae
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Idade do sucesso
A teoria de Cohen é polêmica e está longe do consenso. Mas os cientistas concordam que, sem as amarras de uma carreira tradicional numa empresa ou em relação à família, os mais idosos sentem-se mais aptos a criar suas próprias fórmulas de ganhar dinheiro: "Assim que se vêem livres, saltam como uma mola", afirma Wilson Jacob Filho, professor titular de geriatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que quase um terço dos 20 milhões de idosos brasileiros mantiveram-se ocupados no ano passado. Eles atuaram como empregadores em 6,4% dos casos, enquanto o percentual na população economicamente ativa não chega a 4%. A etapa nacional do estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), conduzido em 42 países, também apresenta números reveladores, mostrando significativo aumento no percentual de empreendedores acima dos 45 anos responsáveis pela abertura de novas empresas - eles passaram de 17%, em 2001, para 21% atualmente. Mais: dos 200.000 novos negócios abertos em São Paulo ao longo deste ano, 14% estarão nas mãos de gente com mais de 50 anos, de acordo com o Sebrae
CEO do Futuro
Conheça os 12 escolhidos pelo programa CEO do Futuro deste ano e entenda o que faz deles grandes candidatos a ocupar a cadeira da presidência.

A pergunta CERTA O presidente da Korn/Ferry no Brasil, Sergio Averbach, dá o caminho das pedras para quem está com os olhos na cadeira do chefão.
O que mais se espera hoje de um executivo? Acho que é a capacidade de melhorar seu próprio desempenho sempre. O que se espera dos jovens executivos é que eles tenham uma agressividade positiva que os ajude a produzir. Ainda mais importante que isso é a capacidade de comparar passado e presente e entender o que é possível mudar e onde se deve mudar. É bem mais importante, por exemplo, do que se comparar com os colegas. Para quem quer ter sucesso e quer chegar aos altos postos nas empresas, eu digo que é essencial melhorar constantemente a si mesmo e desenvolver seus pontos fortes. Isso vale para quem está nas posições mais altas do organograma. É o mesmo conselho que eu daria para um diretor ou para um presidente.
E como se faz isso? Há um caminho mais fácil: fazendo as perguntas certas para todos com quem você trabalha. Para o chefe, para quem trabalha ao seu lado, para os subordinados. Enfim, faça uma avaliação 360 graus de você mesmo -- e coloque-a em prática.
Quais são as perguntas certas nesse caso? São aquelas que podem gerar um bom retorno, um feedback que ajude a melhorar seu desempenho. Faça as perguntas que realmente interessam para você melhorar o que está ruim e desenvolver seus pontos fortes. E, além de fazer as perguntas certas, fique atento, de verdade, às respostas. Não retruque, deixe o "entrevistado" falar, não pense em defender-se, o que é muito natural. Ouça e reflita. Você pode não concordar, mas vai descobrir como as pessoas realmente enxergam você. Entenda que são realmente poucos os profissionais que já têm perfil de liderança e influência de líderes naturalmente. A grande maioria desenvolve isso a partir do que aprende durante a carreira.
Há algum estudo que indique quais as qualidades mais desejadas em um presidente? Estatisticamente, pelo que chamamos na Korn/Ferry de competências de liderança, é o estilo fortemente social e participativo. Ele envolve a todos no processo de decisão e influencia as pessoas por meio desse envolvimento também. Outro ponto é o estilo de decisão: como ele busca informações e sobre quais bases toma as decisões? Um executivo que consiga construir uma visão de futuro para a marca e para o negócio sai ganhando. Não estou falando de planos extensos, mas de planos robustos e racionais, de soluções criativas para problemas comuns enfrentados pelas empresas. As companhias precisam de um repertório vasto de iniciativas, e isso exige planejamento e capacidade de priorização.
Falando de educação e formação, o que é fundamental ter no currículo antes de sentar na cadeira da presidência? Normalmente, o currículo acadêmico é menos importante do que os resultados, mas a base educacional é fundamental para que os profissionais entendam os conceitos apresentados pela alta direção. Eu incluiria uma formação em finanças, independentemente da área de atuação. Todo mundo tem de fazer uma análise correta do retorno sobre investimento, até mesmo quem está no departamento de marketing ou de recursos humanos. Aliás, conhecimentos de marketing e de planejamento estratégico também são altamente recomendados. Não precisa ser necessariamente um MBA, pode ser uma pós. Nem sempre vale a pena passar dois anos fora da empresa para cursar um MBA. Às vezes, o conhecimento prático acaba contando mais. Quem puder investir num MBA de primeira linha, como os melhores internacionais, claro que terá um ganho de conhecimento maior.
Existe limite de idade para tentar o posto de CEO? Posso dizer, com certeza, que uma pessoa de 40 anos ainda tem muito potencial para isso. Mesmo porque a idade dos profissionais está avançando no mundo todo. Idade não é problema, desde que o profissional mostre que não parou de crescer e atingiu pontos importantes na carreira até o momento. Mas, se com 42 anos não teve conquistas importantes, vai ficando um pouco mais difícil, é verdade. Se esse não é o caso, não importa se tem 40 ou 48.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
5 erros que todos os líderes devem evitar
Já faz algum tempo que os grandes gurus e estudiosos em gestão estão falando sobre a importância que as pessoas têm para as empresas. Muitos gerentes, supervisores e diretores cometem alguns erros na área da gestão de pessoas. Serão citados aqui cinco erros comuns, que evitando-os garantirá uma melhora definitiva na gestão e nos resultados, melhorando não só o ambiente interno quanto o atendimento aos clientes.Postado por: Eliza Lasmar
Fonte: http://www.administradores.com.br/
Postado por Artistas da Liderança às 09:00 0 comentários
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DICAS PARA MULHERES NO AMBIENTE MASCULINO
As mulheres têm ganhado espaço rapidamente no mercado de trabalho e já ocupam mais de 30% dos cargos executivos no Brasil. Alguns ambientes de trabalho, como corretoras de valores, empresas de engenharia ou áreas de tecnologia das companhias, no entanto, continuam sendo predominante masculinos. Um ambiente de trabalho em que as mulheres são minoria pode intimidar as profissionais e, por isso, atrapalhar sua ascensão na carreira. No link abaixo o Portal EXAME lista dicas de profissionais de recursos humanos para mulheres vencerem os desafios profissionais mesmo em ambientes predominantemente masculinos.
domingo, 16 de novembro de 2008
Roubo de informações aumenta com a crise, afirma analista
"Os softwares maliciosos estão aumentando na internet, em mais de 80% ou 90%. São programas que tentam roubar informações, e informações que podem ser convertidas em dinheiro", disse o presidente da empresa, Hon Sun Kim, à CNN mexicana.
Os principais ataques são provenientes de regiões em desenvolvimento, como China e alguns países do Leste Europeu, que roubam dados como informações financeiras de contas bancárias, disse o especialista. As informações roubadas das pessoas, de acordo com ele, são colocadas em cotação no mercado negro cibernético a preços variados.
O dado de uma conta bancária, por exemplo, é vendido em uma faixa entre US$ 10 e US$ 1.000. Dados de cartão de crédito custam de US$ 0,40 a US$ 20 dólares. A informação sobre os valores foi dada pelo Panorama de Segurança em Internet e Impacto nos Negócios da América Latina, elaborado pela empresa de gerenciamento de riscos Symantec --fabricante do Norton Antivírus.
A AhnLab advertiu ainda que os portais das instituições financeiras, pelos quais os usuários realizam todo o tipo de operação, são os lugares favoritos dos criminosos virtuais na rede. Segundo a consultoria, 60% dos ataques virtuais enfocam esse tipo de site.
Para evitar ser vítima de um crime virtual, Sun Kim recomenda às instituições financeiras que utilizem as tecnologias da informação para deixar os recursos mais eficientes e garantir transações seguras; proteger os sistemas de acessos externos; criação de políticas de privacidade para que provedores de serviços mantenham o sigilo de informações; e a reinvenção constante do sistema de segurança.
O último item é fundamental porque, segundo o analista, novas formas de ataque surgem constantemente. O ideal é que o software se atualize para proteção das informações dos usuários, e principalmente, de agências e grandes corporações.
Fonte: Folha On line
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u473948.shtml
Por: João Marcos Pinto - 20770072 Leia Mais…
Restrições aos terceirizados
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Para que servem os analistas?
Milhões perderam seu dinheiro seguindo o conselho de economistas, gurus, magos e profetas - ninguém viu o tamanho da crise financeira que abala o mundo.
O futuro atrapalhoudomingo, 9 de novembro de 2008
O Brasil entre os melhores
Uma pesquisa recente colocou o Brasil entre os países com melhores oportunidades de crescimento profissional. O Estudo foi realizado pela consultoria Korn/Ferry e apontou que os países emergentes que compõe o chamado BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China – são os que possuem as melhores oportunidades de crescimento no momento para 64% dos entrevistados. Os Estados Unidos foi citado por 22% e o Japão e a Europa Ocidental por 9% dos entrevistados. Postado por Eliza Lasmar.
Fonte: Você RH - Ed. Novembro/2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
TV digital no Brasil completa um ano de funcionamento
Ao completar hoje (2) o primeiro ano de funcionamento, o sistema brasileiro de TV digital comemora avanços na oferta do serviço e na produção de conteúdos, mas ainda tem pela frente o desafio de despertar maior interesse dos telespectadores e garantir interatividade. A tecnologia está implantada em dez cidades e a programação passa por adequações.O SBTVD é um órgão consultivo e de assessoramento ao comitê governamental para o desenvolvimento da TV digital brasileira. O órgão prevê que a tecnologia digital deverá fechar 2008 com cobertura suficiente para atender cerca de 40 milhões de habitantes, com base no cronograma de implantação do Ministério das Comunicações e no número de habitantes das cidades (Censo 2007/IBGE), onde o sistema entrará em operação até o final de 2008.
Para que o potencial de crescimento técnico se traduza diretamente em maior número de telespectadores, os especialistas ressalvam ser necessária uma mudança cultural que não ocorre repentinamente.
"Uma coisa foi na última revolução, quando houve a migração do preto e branco para o colorido. Você tinha como visualizar isso. Agora, quando você diz que aumentou a definição de 420 linhas para 1.080 linhas há uma dificuldade de saber e compreender o que é isso. Então é preciso que pessoa veja, note a diferença e pense que aquilo é uma coisa para ser ter na sua casa", argumentou Nogueira. "Mas isso é algo que, com o brasileiro gostando de tecnologia como gosta, será vencido
Quando se fala em atrair mais telespectadores, a discussão se volta invariavelmente para o preço dos conversores de sinal. Hoje, o modelo mais simples desse aparelho que adapta o televisor para receber a programação digital é vendido a R$ 199.
Na última sexta-feira (28), ao comentar as perspectivas da tecnologia para os próximos anos, o ministro das Comunicações, Hélio Costa , destacou a necessidade de se ampliar a produção dos conversores (atualmente na casa dos 100 mil aparelhos por mês) e a possibilidade de nova redução nos preços.
Acho que o próprio governo tem espaço para reduzir impostos na área federal. Se conseguíssemos tirar o PIS e a Cofins, já teríamos aí um desconto básico de 30% no preço do conversor", afirmou o ministro.
A perspectiva de queda no preço também é apontada pelo SBTVD. "O ciclo de vida de qualquer produto começa com um preço mais alto e vai baixando. Você vai diluindo custos, a economia de escala vai funcionando, com mais gente comprando", avaliou Nogueira.
Uma previsão de vendas da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) mostra que até o fim desse ano devem ser comercializados de 100 mil a 120 mil conversores, 90 mil aparelhos de TV com conversores embutidos, 100 mil receptores portáteis e 180 mil receptores móveis (celulares). A SBTVD calcula, por sua vez, que 645 mil telespectadores façam uso das transmissões digitais em dezembro de 2008.
Até o segundo aniversário de implantação, especialistas e autoridades prevêem que a TV Digital brasileira estará implantada em todas as capitais e em cidades importantes do interior, já com os recursos de interatividade disponíveis após a conclusão de especificações técnicas.
São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) já têm transmissão digital em HD e para dispositivos móveis e portáteis. Florianópolis (SC), Salvador (BA) e Campinas (SP) terão até dezembro de 2008.
» Um ano depois, TV digital ainda dá primeiros passos
Fonte: www.terra.com.br/informatica
por: João Marcos Pinto - 20770056 Leia Mais…
terça-feira, 4 de novembro de 2008
O tira-teima dos smartphones
Saiba quem é o melhor smartphone 3G do mercado brasileiro
Dispositivos de convergência digital por excelência, os chamados smartphones evoluíram, se tornaram mais amigáveis e até mesmo mais velozes com a maior disponibilidade das redes 3G em algumas regiões do país. Passado mais de um ano, o Laboratório Digital revisita o tema e analisa alguns modelos que já estão disponíveis do mercado.
Trata-se de um conjunto de tecnologias usadas nos chamados telefones de “3ª geração” que tiram melhor proveito do espectro das ondas de rádio, permitindo assim aplicações bem mais sofisticadas como Internet de alta velocidade e até vídeo chamadas. Some-se a isso um significativo avanço nas capacidades de processame
nto gráfico, armazenamento de dados e, até mesmo, novas engenhocas como interfaces Wi-Fi e sensores GPS e o resultado final são produtos e serviços que beiram à ficção-científica.Talvez o melhor exemplo desta nova onda seja o iPhone 3G da Apple, que chegou oficialmente ao país no final do mês passado, pelas mãos das operadoras Claro e Vivo. Se comparado ao modelo anterior, além do 3G, ele ganhou um sensor GPS e uma bateria melhor e, pelo menos nos EUA, um preço bem mais atraente (US$ 199 contra US$ 599 cobrado pelo primeiro modelo na época do seu lançamento).
domingo, 2 de novembro de 2008
Reduzir custos a qualquer preço custa caro
Netbooks, escolha o seu!

O computador, de dimensões reduzidas e pouca capacidade de memória, foi considerado pouco atraente aos consumidores. Contudo, menos de seis meses após seu lançamento, o EeePC atingiu 1 milhão de unidades vendidas e a experiência da Asus foi copiada por todos os grandes fabricantes, inaugurando uma nova categoria de computadores: os Netbooks.
Os Netbooks são um dos sucessos mais inesperados deste ano de 2008 e conquistaram o mundo com sua proposta de um equipamento menor, mais leve e mais em conta que um notebook convencional. Com a chegada do processador Intel Atom, o produto amadureceu e se tornou ainda mais versátil.
O conceito dos Netbooks nasceu no ano passado, com o Eee PC 701 da Asus. Apesar de bem simples, o Eee PC 701 (processador Celerom-M de 900 MHz, tela LCD de 7 polegadas, 512 MB de RAM, 4 GB de disco de memória Flash e Linux Pré-instalado) caiu no gosto do público em geral.
Após esse sucesso, algumas empresas aderiram a esse segmento de mercado. No entanto, o grande impulso aos netbooks foi dado em meados deste ano, com a chegada do processador Atom da Intel, que substituiu o modesto Celeron-M por um chip mais moderno e menor em tamanho e consumo. Segundo a própria Intel, a plataforma Atom tem apenas um terço do desempenho da atual plataforma Centrino, característica que torna os netbooks equipamentos interessantes para aqueles que concentram suas atividades na coleta de dados, elaboração de textos, preenchimento de planilhas e atividades ligadas à Internet.
Vale destacar que outro incentivo aos mininotebooks veio da gigante Microsoft, que oficializou seu apoio às máquinas estendendo o suporte do Windows XP para essa plataforma, garantindo assim um amplo suporte de hardware e software para o produto.
sábado, 1 de novembro de 2008
Mudanças climáticas: o desafio para empresas e profissionais
O relatório Adaptation – An Issue Brief For Business (Adaptação – A síntese de uma questão para os negócios), do Conselho Empresarial Mundial pelo Desenvolvimento Sustentável (WBCSD), trata das conseqüências das mudanças climáticas para os negócios e da necessidade de repensar estratégias para evitar prejuízos e danos ao meio ambiente.
O estudo mostra que a prioridade para as organizações daqui para frente será a busca contínua por soluções sustentáveis e o desenvolvimento de novas tecnologias.
Na análise da doutora em Engenharia e Infra-estrutura Sustentável pelo Instituto de Tecnologia da Suécia, Rita de Cássia Soares, é notável a preocupação das empresas em incorporar novos valores em seus negócios:
“Temos exemplos entre os diversos segmentos da economia que já provaram que é possível crescer minimizando os efeitos dos seus impactos ambientes. Um deles é a construção civil que tem incorporado cada vez mais a questão ambiental em seus negócios, mediante uma série de iniciativas, como o desenvolvimento de novas tecnologias e produção limpa”, explica Rita de Cássia, que também é coordenadora dos cursos da área ambiental do Ietec.
Não é difícil concluir que os novos riscos e oportunidades que emergem nesse novo cenário estão diretamente relacionados a questões que envolvem infra-estrutura, locação, operação e design. Estes são os fatores que podem causar grande impacto na gestão corporativa.
O estudo WBCSD conclui que somente um plano de adaptação eficiente pode gerar vantagem competitiva e economia de custos para empresas inovadoras. Além disso, exigirá que as corporações passem a atuar em colaboração com organizações governamentais e não-governamentais na identificação de soluções.
Para o doutor em Planejamento Energético pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alexandre D´Avignon, gestores e técnicos de empresas envolvidas com a gestão ambiental e inovação tecnológica assumem um papel estratégico nesta nova postura empresarial:
“É importante que estes profissionais adquiram conhecimento que os levem à sensibilização sobre os riscos das mudanças climáticas, no que se refere à adaptação e mitigação”, ressalta D´Avignon, que também é instrutor do Ietec.
O que não se pode perder de foco neste instante é que antes de existir a atitude responsável com o meio ambiente, existe o importante processo de conscientização das empresas e dos profissionais. Na opinião da gerente de qualidade e meio ambiente da Intercast, Fabiana Amaral, a eficiência nas estratégias de redução dos efeitos passa, necessariamente, pelo envolvimento de todos os profissionais.
“Os profissionais da área de meio ambiente possuem uma grande responsabilidade em adequar a gestão da empresa no que se refere ao tema ‘mudanças climáticas’. Mas só conseguiremos bons resultados se houver um real comprometimento da organização no que se refere às suas ações e condutas. Toda empresa comprometida com o meio ambiente busca desenvolver estratégias sustentáveis. Este é o nosso grande desafio”, afirma Amaral.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
VOCÊ SABE ADMINISTRAR SEU TEMPO?
Fonte: Jornal do Comércio
De : 24ª27/10/2008.
Postado por Antonia Zilma
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Profissional Engajado
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
O "case" da Coca-cola de 200 ml - a "coquinha".
Entenda, à luz da ciência do marketing, por que e como a Coca-cola recuperou os percentuais de mercado no nordeste perdidos há alguns anos para as “tubaínas”, sem guerra de preços. Não foi pela diversidade de conteúdo das embalagens, mas pelo seu altíssimo valor percebido.Os “cases” de marketing são preciosos para, deles, extrairmos a verdadeira ciência do marketing. Para que servem os “cases” de marketing? Para que conhecer e estudar os “cases” de marketing, de comercialização? Para se extrair ciência e comprovar a verdadeira ciência do marketing já conhecida. (Não para serem transplantados, porque as necessidades, os desejos, os valores desejados pelos mercados variam quase de rua pra rua).Como o “case” da “coquinha” revela o princípio básico do marketing que explica a maneira infalível que fará você ter sempre mais compradores que o seu concorrente, em qualquer lugar do mundo.O caso da “coquinha” é exemplar para que comprovemos o princípio básico, lapidar, de toda a ciência do marketing, que é o que explica o que faz as pessoas escolherem um produto para comprar e não outro, uma marca e não outra, que é o maior valor que elas percebem em determinado produto relativamente a outros, o maior valor, ou maior soma de itens de valor que eles acham que aquele produto tem em maior grau que seu concorrente. Em simples palavras, o “segredo” que fará você ter mais compradores que teus concorrentes.Há anos as tubaínas impingiam derrotas à Coca-cola nos estados do nordeste do Brasil. Segundo reportagens das revistas especializadas em negócios, até alguns anos atrás (2002, 2001), a Coca-cola sofria derrotas nos estados do nordeste do Brasil, impostas pelas “tubaínas”, os refrigerantes de preços populares, de baixo valor percebido, vendidos em garrafas de 600 ml (a mesma da cerveja), ao preço médio de 0,50 cada. Com esta estratégia de preço baixo, direcionada a este grupo de baixo poder aquisitivo, elas conquistaram 1/3 do mercado nacional de refrigerantes, segundo estas revistas, chegando a 40% no nordeste.Insatisfeita com o baixo desempenho de suas subsidiárias no nordeste, a Coca-cola realizou uma operação de recompra destas empresas, reunindo-as em uma só, a Norsa. E aí, sem redução de preço, sem apelar para a guerra de preços, (pois a “coquinha” com 200 ml, custa 60 centavos, um valor proporcional à Coca-cola em garrafa de 290 ml que custa em média 1 real), a Coca-cola finalmente venceu as tubaínas após sofrer derrotas durante anos, segundo os relatos destas revistas.Entendendo o que fez a coca-cola retomar seus antigos percentuais de mercado – à luz da ciência do marketingO que aconteceu? Como se explica este fenômeno? Não foi o simples aumento das opções de embalagens, no sentido de menor quantidade para atender um público de menor poder aquisitivo, que fez a coca retomar a sua posição na divisão do mercado, como a primeira vista pode parecer. Esta é uma explicação simplista. Para entender este fenômeno, temos que ir direto na verdadeira ciência do marketing. A resposta está na ciência do marketing. Temos que buscar o princípio da ciência do marketing que explica este fenômeno, que é aquele que revela o que motiva, o que “detona” a escolha de compra das pessoas. O porquê de elas escolherem um produto ou outro, uma marca ou outra, que é a percepção de valor, o valor que elas atribuem ao produto, optando sempre por comprar o produto que elas acham de maior valor para elas. As pessoas compram por valor percebido ou constatado, (comprovado). Pela percepção do valor que o produto tem, ou pela constatação, comprovação deste valor. Os consumidores compram pelo valor que eles atribuem ao produto, pelo valor que eles “acham” que o produto tem. E escolhem para comprar, o produto que tem o maior valor, até o limite do dinheiro que têm no bolso. A coca-cola não venceu por “diversidade de embalagens” mas por valor desejadoO que fez a Coca-cola vencer as tubaínas foi o seu alto valor percebido. Foi o alto valor que a maioria das pessoas dão à Coca-cola, ao seu sabor. No que se refere ao produto refrigerantes, é notório e comprovado por pesquisas, que a grande maioria das pessoas prefere o sabor da Coca-cola a qualquer outro.Mas como comprar a Coca-cola disponível no mercado com somente 50 centavos no bolso? Era aí que as tubaínas sempre venciam.Veja porque o “Simba” jamais venceria as tubaínasSegundo os relatos publicados pela imprensa, a Coca tentou vencê-las com um refrigerante popular chamado “Simba”, que tinha o mesmo baixo valor percebido que as tubaínas. Mas como poderia o “Simba” vencer, se basicamente as pessoas compram, escolhem sempre o produto de maior valor, entre dois que possuam o mesmo preço? Como o “Simba” poderia predominar sobre as tubaínas se o valor dele aos olhos dos consumidores era igual ao valor que estes atribuíam às tubaínas? Obviamente as pessoas também consumiam o Simba, mas do mesmo modo que compravam as tubaínas, sem um maior grau de preferência. Como poderia então, o “Simba” ter a maioria dos compradores, se para estes tanto fazia tomar o “Simba” como qualquer tubaína? Se o seu valor percebido era tão baixo quanto o das tubaínas? As reportagens contam que o “Simba” vendia, tomava mercado às tubaínas, mas canibalizava a Coca. O fato de canibalizar, realmente aconteceu, e era de se esperar, mas não seria o maior problema, se a preferência, se o valor percebido das pessoas pelo “Simba”, suplantasse o valor da tubaína. Se assim fosse, mesmo canibalizando, o Simba faria a Coca-cola retomar a dianteira. Mesmo assim, a maioria das vendas seriam capitalizadas pela coca-cola e naturalmente os percentuais de mercado cresceriam, embora que por uma via não tão desejada, o Simba. Finalmente, a guerra foi vencidaDepois de um bom tempo perdendo para as tubaínas, eles finalmente encontraram a solução vencedora, através da “coquinha”, a coca-cola de 200ml, e sem guerra de preços. Porém, se no início, tão logo as tubaínas começassem a incomodar, eles tivessem feito uma pesquisa simples, com apenas uma pergunta direta, teriam descoberto a solução: bastaria perguntar às pessoas, se elas prefeririam pagar com os 50 centavos que tinham no bolso, uma Coca-cola de 200 ml ou uma tubaína de 600 ml. Uma pesquisa simples resolveria o problema logo no início. Neste caso específico, a resposta viria pronta e imediata, porque o valor percebido (que como vimos, é o critério que todas as pessoas na face da terra usam para definir a sua preferência de compra de qualquer produto) da Coca-cola, de seu sabor, é tão alto, que as pessoas, sem piscar, preferem pagar por uma Coca-cola de 200 ml, o mesmo preço de uma tubaína de 600, como ficou comprovado na prática.Portanto, neste caso, não se trata de diversidade de embalagens, mais de maior valor percebido do consumidor. Não foram as embalagens que venceram, mas o alto valor percebido que a coca-cola tem. (Uma prova disso, é que se fizessem o “Simba”, com o seu baixo valor, com uma embalagem menor e a coisa teria sido bem pior). Todo o sucesso está em conhecer a escala de valor desejado do consumidor para o produtoO que fez vencer, foi o desejo de um segmento de baixo poder aquistivo de ter uma coca-cola pelo valor que eles tinham no bolso, mesmo que fosse uma quantidade menor do produto.O problema é que não existia no mercado uma coca-cola para quem só tinha 50 centavos no bolso para pagar. Porque se existisse, eles pagariam. Mesmo que fosse com um terço da quantidade da tubaína, como ficou claro.Uma pesquisa simples, e eles revelariam o sonho que tinham dentro de si: “Pelo amor de Deus, uma coca-cola que só custe 50 centavos, pois este é o único dinheiro que tenho no bolso, mesmo que seja uma pequena quantidade”.Não se trata de embalagens de menor conteúdo, mas de conhecer os itens da escala de valor desejado do consumidor para cada produto que ele tem guardada dentro de si mesmo.O estudo da escala de valor revela outro segmento que deseja a coca-cola de 200 ml, mas não precisa de preço baixo. Até agora vimos que a embalagem menor era um valor desejado por se adequar ao dinheiro que o segmento de baixo poder aquisitivo tinha no bolso. (Valor desejado, em termos, somente pela condição imperativa do pouco dinheiro, não por que eles desejassem beber menos coca-cola).Agora mostraremos um segmento que não precisa de preço baixo, mas pode estar desejando a embalagem de 200 ml: as pessoas preocupadas com o peso e para as quais a Coca-cola também tem um alto valor. Tomando o exemplo deste novo segmento, veremos agora, mais uma vez, que o valor desejado do comprador é o que determina o tamanho da embalagem e tudo o mais em qualquer produto. Este segmento deseja a embalagem de 200 ml, mas por um motivo diferente do grupo de menor poder aquisitivo. Tomam a Coca-cola diet, mas querem ter o prazer de sentir pelo menos um pouco do “gostinho” de tomar uma coca tradicional com açúcar, e acham desperdício comprar a de 290 ml, para tomar somente a metade.Com este último exemplo, provamos mais uma vez que não foi por simples “diversificação de embalagens” ou simples redução de conteúdo na embalagem, que a Coca-cola venceu a concorrência. Mas porque este era um valor desejado pelas pessoas de baixo poder aquisitivo, pelo alto valor que eles percebem no refrigerante Coca-cola.Para o segmento de baixo poder aquisitivo, a quantidade de 200 ml é um valor desejado pela imposição da circunstância do pouco dinheiro. Os 200 ml são a quantidade máxima possível de coca-cola que podem pagar; na verdade gostariam de tomar muito mais. E para o grupo de alto poder aquisitivo também é a quantidade máxima possível, porém, por outros motivos (questões estéticas e/ou de saúde).E mostramos que há uma parte do segmento de maior poder aquisitivo, em que a coca-cola de 200 ml é um item de sua escala de valor desejado também pela alta percepção de valor que eles têm do produto Coca-cola.Não se trata de lançar tamanhos de embalagens a esmo.Tudo isso descobrimos analisando os desejos do consumidor, os itens de sua escala de valor desejado para o produto refrigerantes. E não lançando tamanhos de embalagens a esmo. O tamanho das embalagens está condicionado ao grau de valor percebido do produto, qualquer que seja ele (aqui, refrigerantes)., seja ela de menor ou maior quantidade. Na Coca-cola, com o seu altíssimo valor percebido, a quantidade da embalagem pode ser pequena, pelo preço da tubaína de 600 ml. Na “tubaína”, a quantidade da embalagem tem de ser grande (600 ml), para que ela possa ter a metade preço da coca de 290 ml, por causa de seu baixíssimo valor percebido.O mercado não foi retomado por diversidade de tamanhos de embalagens, mas por causa do valor percebido deste consumidor para o produto Coca-cola. Só o meu comprador tem o modelo de como se faz o produto que vende maisPortanto, como poderíamos saber que existe outro segmento com características diametralmente opostas, para o qual também a quantidade de 200ml da coca-cola é um valor desejado (por várias outras motivações), se pela lógica aparente a quantidade de 200ml somente serve para quem tem pouco dinheiro no bolso? Senão pesquisando, monitorando e aprendendo a conhecer a escala de valor desejado de todos os segmentos para o meu produto? Somente o meu comprador pode me dizer como fazer o meu produto da melhor forma. E esta forma é aquela que mais agrada a ele. Por isso, é a ele que tenho de consultar em tudo, sobre o meu produto, 24 horas por dia. O problema crucial no qual as empresas devem se concentrar todo o tempo para terem sucesso na competição de mercado é em como descobrir e “extrair” do consumidor este modelo ideal do produto que está descrito (com detalhes) em sua escala de valor desejado para qualquer produto, guardada dentro dele mesmo. Somente profissionais de marketing que possuam a ciência e o “dom” sabem como entender todo o desejo do consumidor.Para isso, são necessários profissionais de marketing com a técnica (conhecimento profundo da ciência do marketing) e talento, que eu chamo “dom” (e isto é o que faz a diferença entre os profissionais de todas as áreas), para captar esta escala de valor do consumidor, quardada a sete chaves dentro dele. Não é um trabalho para amadores.Portanto, se você não sabe fazer, ou não tem quem faça por você, alguém que tenha conhecimento e “dom” para captar, entender, para atender mais rapidamente que seu concorrente o maior número de itens de valor desejado do consumidor, sua empresa está em sérios apuros.Em um próximo artigo falaremos sobre o que chamo de “escala de itens de valor desejado do consumidor para todos os produtos”, e refletiremos sobre algumas maneiras de captar este verdadeiro “tesouro”, que ele mesmo não consegue racionalizar, verbalizar, todo o seu conteúdo, quando perguntado.
Fonte: http://dicasdemarketing.wordpress.com
Postado por Fábio T. Bento

